quarta-feira, 15 de setembro de 2010

One Slip



One Slip



Pink Floyd

A restless eye across a weary room
A glazed look and I was on the road to ruin
The music played and played as we whirled without end
No hint, no word her honour to defend

I will, I will she sighed to my request
And then she tossed her mane while my resolve was put to the test
Then drowned in desire, our souls on fire
I lead the way to the funeral pyre
And without a thought of the consequence
I gave in to my decadence

One slip, and down the hole we fall
It seems to take no time at all
A momentary lapse of reason
That binds a life for life
A small regret, you won't forget,
There'll be no sleep in here tonight

Was it love, or was it the idea of being in love?
Or was it the hand of fate, that seemed to fit just like a glove?
The moment slipped by and soon the seeds were sown
The year grew late and neither one wanted to remain alone

One slip, and down the hole we fall
It seems to take no time at all
A momentary lapse of reason
That binds a life for life
A small regret, you won't forget,
There'll be no sleep in here tonight
One slip ... one slip


Link do vídeo no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=jHi46A9A5_w
Link da música traduzida: http://letras.terra.com.br/pink-floyd/92955/traducao.html

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Isso é assustador...

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/798195-acucar-pode-causar-efeito-semelhante-ao-da-cocaina-no-cerebro.shtml

:'(

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Escala de Liebowitz para a Ansiedade Social

Bom, o meu amigo Israel me passou esse link.. E só serviu pra confirmar minhas suspeitas!

Sou completamente anti-social!

http://ansiedade.no.sapo.pt/teste_liebowitz.htm

Aiaiai....

terça-feira, 31 de agosto de 2010

любовь!

Nossa, agora que percebi há quanto tempo não posto aqui! 
É complicado, ou tenho muito assunto ou prefiro não ter nenhum compartilhável.

Presente do Eric, amigo de longa data!

Mas hoje é uma data especial, na verdade ontem e hoje. Fazem 9 anos que o Ivan e eu começamos a namorar!
Não vou dizer que parece que foi ontem. Parece sim que foi há muito tempo, em outra vida. Outra Ellen, outro mundo. 
Tempos maravilhosos e inesquecíveis. Mas não digo isso em tom de lamento, cada coisa tem seu tempo. Agora, minha vida é outra e nem por isso deixa de ser ótima. 

  



Ivan, já passamos por incontáveis coisas, desde muito difíceis até encantadoras. E acho que é disso que é feito um verdadeiro relacionamento. Não só de um mar de rosas, ou a sensação de borboletas voando no estômago mas sim de persistência, paciência. Um amor calmo mas forte. Capaz de sentir a brisa e ao mesmo tempo aguentar um vendaval. 


E cá estamos nós, com muitas coisas feitas e com muitas ainda por fazer, eu espero. 

"Não há nada que possa alcançar o amor, a não ser o próprio amor, pelo amor. Nâo há nada que ele possa atingir, a não ser a si mesmo" (Brasigois Felício)


Te amarei sempre, 
                de sua eterna namorada.


                                                                                                                  

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Um filme...

Acabei de assistir um filme realmente tocante..

"Uma mãe em apuros", com a Uma Thurman, ela é esplêndida, como mulher e como atriz.

Eu escolhi o filme porque achei que era engraçado e queria rir, porém da metade para o fim do filme eu já estava chorando. Aqui estou eu, enxugando as lágrimas. Mas no fundo.. dane-se, não são lágrimas de tristeza. São de comoção.

A vida está aqui mas será que prestamos atenção nela? Ou melhor, já que ela não necessariamente pára pra prestar atenção em nós, será que nós nos damos ao trabalho de fazer isso por nós mesmos?

Posso até parecer sensível ou insensível demais, às vezes, mas eu não tenho culpa que minha alma se acha grande, profunda, e mais abrangente que meu corpo, e se sente envolvida e comovida com tudo à minha volta.

Culpem-na. E porque não... culpem a mim! Afinal, apesar de isso não ser mais comum hoje em dia, eu sinto sim, e sinto tudo. O que as pessoas acham besteira e o que não, por muitas até me porto ao contrário. A alma é insípida e forte como o vento, muito mais verossímil do que palavras vãs disparadas por almas inexistentes e perdidas. Muito mais que uma personalidade considerada peculiar ou estranha.

Para seu dono, irá perdurar muito mais, verá a vida mais do que os outros `donos`que perderam seu tempo, analisando, murmurando, avaliando os padrões os parâmetros.. Se você parar pra pensar quais são as regras, os bons costumes e as etiquetas, na hora que você for colocá-las em prática, seu tempo já terá passado.

O que são palavras murmuradas entre ouvidos e jogadas descuidadas ao vento?

(By the way, recomendo, assistam ao filme.)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Flores...

 Flores

Titãs

Composição: Tony Bellotto / Sérgio Britto / Charles Gavin / Paulo Miklos
 
Olhei até ficar cansado
De ver os meus olhos no espelho
Chorei por ter despedaçado
As flores que estão no canteiro
Os punhos e os pulsos cortados
E o resto do meu corpo inteiro
Há flores cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro
Há flores por todos os lados
Há flores em tudo que eu vejo
A dor vai curar essas lástimas
O soro tem gosto de lágrimas
As flores têm cheiro de morte
A dor vai fechar esses cortes
Flores
Flores
As flores de plástico não morrem
Olhei até ficar cansado
De ver os meus olhos no espelho
Chorei por ter despedaçado
As flores que estão no canteiro
Os punhos e os pulsos cortados
E o resto do meu corpo inteiro
Há flores cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro
Há flores por todos os lados
Há flores em tudo que eu vejo
A dor vai curar essas lástimas
O soro tem gosto de lágrimas
As flores têm cheiro de morte
A dor vai fechar esses cortes
Flores
Flores
As flores de plástico não morrem
Flores
Flores
As flores de plástico não morrem

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Ponderações..



 
O que podemos dizer dos seres humanos, da essência da vida?
Nós, todos, somos egoístas.
Não acredito muito nessa coisa de altruísmo.
Pode até ser ceticismo meu.
Não que todo mundo seja extremamente egoísta. Só que algumas pessoas são mais e outras menos.
Será que o ser humano é realmente capaz de abrir mão de si mesmo e de sua comodidade em prol de ajudar um estranho?
Seria realmente isso altruísmo? Ou expiação, culpa, necessidade de receber reconhecimentoe gratidão?
Porque sempre pensamos que nosso sofrimento é pior que o dos outros? E o argumento de  minha é melhor do que a de muito gente, na hora do aperto mesmo, não vale nada. Digo isso por experiência própria.
Não adianta pensar nas guerras civis nos países asiáticos, não adianta pensar em países inacreditáveis, como Somália e Sudão, por exemplo, nem nas atrocidades que são imagináveis para nós e que são naturalmente cometidas lá. Antigas tradições que deformam pessoas. Regras absurdas ao nosso ver. Pessoas que sobrevivem de forma précaria, e é uma palavra ainda não abrangente, não adianta pensar nas milhões de crianças que morrem de fome, aids, milhões de doenças todos os dias.
Em alguns níveis você consegue manter o foco nisso. Mas à medida que o sofrimento vai se aprofundando, vai se densificando, tudo isso não vale praticamente nada.
Quanto maior a dor, mais o ser humano se fecha.

No fundo, devemos ter sido embutidos com esse sentimento, com esse "egoísmo". Talvez seja uma forma de auto-preservação. Ou simplesmente a capacidade extraordinária do ser humano de se adaptar. De ser extremamente cruel a extremamente bondoso.
O ser humano assim como a vida, em seu âmago, são inexcrutáveis.

Porque a rejeição afeta tanto o ser humano? E porque ele sente necessidade de ser acolhido, de ser aceito?
Ainda mais em uma sociedade com valores deturpados. Onde os que deveriam proteger fazem o contrário, onde a pobreza está por todo lado e deliberadamente tapamos nossos olhos diante da miséria alheia. Onde participantes de reality show são chamados de heróis. (Por alguém que francamente não deveria dizer isso.)

Onde somos controlados pela máquina de lavagem cerebral em massa.
Agimos como carneiros mansos sendo guiados entre as barreiras diretamente ao batedouro.
E aplaudimos de pé a destruição e a padronização de nossas mentes, comportamentos e princípios.


É revoltante! E como poderia não ser?
Mas, aparentemente, as pessoas sequer se dão conta de como são regradas e manipuladas pelo sistema. Ou talvez seja mais fácil simplesmente não ver.
Para que questionar? Quantas dúvidas, problemas e questionamentos isso não traria?
As pessoas de um modo geral prezam pelo comodismo, sedentarismo e pela falsa e ilusória sensação de segurança que o sistema oferece. Não serei estúpida ao me excluir desse grupo (que na verdade se refere ao mundo inteiro), a única diferença é que eu criei meu próprio sistema, mas os sintomas de comodismo, segurança e sedentarismo são os mesmos.

Quanto evoluímos, quantos avanços a humanidade conquistou graças a ousadia de poucos?
Que por muitas vezes pagaram com suas vidas.

De qualquer forma a idéia de uma sociedade bem-sucedida, justa e equalizada é um completo devaneio. Utopia.
Assim como as ideologias da anarquia, socialismo e comunismo, são ótimas, desde que não saiam do papel. Na prática elas falham, não por si só, mas pelas mãos dos homens.

O mundo anda cada vez mais decaído, libertino ou o extremo contrário, devastado. Não há mais princípios universais respeitados, não há mais respeito, generosidade, caridade.
Tudo está inverso. O mundo transborda de atitudes inconcebíveis e de crimes horrendos.